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QUEM SOU

Professor de Filosofia, gosto da palavra, que vem em forma de vivência, depois reflexão e, por fim, escrita (ou seria tudo junto, ao mesmo tempo?). Escrevo artigos, ensaios, livros e poemas. Abasteço meu pensamento em autores como Nietzsche, Schopenhauer e Hans Jonas e tento pensar sobre problemas que nos afetam sob esses espaços infinitos que nos ignoram.

Entre meus livros, estão os 3 volumes da Coleção Sabedoria Prática ("Sabedoria Prática", "Filosofia da Viagem" e "Elogio à Simplicidade", que já estão na terceira edição). Ano passado lançamos, Marcella Lopes Guimarães e eu, a Coleção Café com Ideias, cujo primeiro volume é "Diálogo sobre o Tempo: entre a filosofia e a história". Você pode encontrar no site: www.livraria.pucpr.br

Além disso escrevi "A solidão como virtude moral em Nietzsche"; "Para uma ética da amizade em Friedrich Nietzsche" e "Compreender Hans Jonas". Sou co-autor de: "Ética, técnica e responsabilidade"; "Vida, técnica e responsabilidade"; "Ética de Gaia"; entre outros.


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quarta-feira, 29 de março de 2017







                  “Filosofia animal: humano, animal, animalidade” (Curitiba: PUCPRESS, 2016, 424 p.) analisa de forma inédita no Brasil as principais teses filosóficas sobre a questão animal, tanto do ponto de vista ontológico (o que é o animal?), ético (como devemos nos relacionar com eles?) e linguístico (o animal tem uma linguagem e como devemos interpretá-lo como símbolo linguístico?). Organizado pelo professor Jelson Oliveira, o livro conta com artigos de pesquisadores nacionais e internacionais, que tratam do assunto a partir de múltiplos olhares, seja de autores clássicos da filosofia como Aristóteles, Descartes, Condillac, Plessner, Nietzsche, Heidegger e Hans Jonas, seja de autores do campo da bioética, como Peter Singer e Gary Francione, seja de autores da área da literatura.
          Partindo da perspectiva de que o animal é a primeira provocação filosófica do homem, já que foi diante dele (e do seu olhar) que o homem teve de reconhecer-se a si mesmo, o livro analisa como o tema deve sair da periferia filosófica e ocupar um lugar central, não só porque conhecer o animal não-humano é um desafio cada vez mais evidente para as ciências, mas sobretudo porque ele ajuda a entender o que é o humano em sua animalidade e como nós devemos nos relacionar com toda a comunidade dos seres vivos que co-habitam o planeta em época de tantas adversidades climáticas, como a nossa. 
O livro, por isso, é um monumento de perguntas e possibilidades. Ele evoca um encontro entre bichos e gentes em um mundo comum. Costurado a muitas mãos, o modo de olhar para o animal é transdisciplinar. Trata-se não apenas um pensamento sobre o animal como objeto científico ou ético, mas, na medida em que reflete sobre a animalidade (do animal e do homem), de uma reflexão sobre esse encontro, induzido pelo olhar transpassado e interrogatório de quem, ao ver o outro, enxerga a si mesmo. Essa troca de olhares se torna, a metáfora central do livro que propõe um novo modo de filosofar: uma zoofilosofia (filozoofia) – um modo modo de compreender o animal.

LANÇAMENTO:

29 de março, 19h, 
no auditório Sobral Pinto (2o andar do Bloco Amarelo da PUCPR)

PEDIDOS a preço promocional (35,00) e informações: jelsono@yahoo.com.br